quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Teorias de currículo e a minha experiência na escolarização.


Até agora o tema que achei mais complexo para desenvolver. Tive que repassar inúmeras vezes minhas lembranças para tentar achar resquícios das teorias de currículo. Para chegar à conclusão de que em onze anos de experiência em sala de sala de aula todos os currículos que eu tive contato foram Tradicionais.
Nunca discuti em sala de aula questões de classes, ou de uma cultura dominante, relações de gênero, ou a inclusão dentro das salas de aula. Em sala de aula só havia  espaço para o conteúdo, quinta série História Antiga e Idade Média, sexta e sétima focada na história do Brasil e Idade Moderna e por fim oitava série Idade contemporânea . E no ensino médio uma revisão de tudo isso.
Mas isso não se restringia a disciplina de história, nenhuma disciplina havia o debate. Por incrível que pareça a primeira vez que tive uma história reflexiva no cursinho pré-vestibular da UFSC. Onde eu conheci um pouco da teoria de Marx, a luta de classes, e uma história ligada a Política uma aula claramente baseada em uma concepção crítica. Entretanto se limitou a isso, a questões de gênero, etnias, poder ou identidade nunca chegaram a ser citadas.
                Com base nisso acho que estamos avançando muito nas questões de teoria do currículo, mas que na pratica muito ainda se mantém de tradicional infelizmente. 

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